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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Poesia da liberdade

 Peço perdão a você, se minhas lágrimas rolarem;
 Se elas contiverem a música da alma e não permitirem ao mundo, um instante, te insultar;
 Que minha paixão, desejo e amor, a tudo possa juntar;
 Para que nesse caminho largo, estreito possa ser nosso amor, e por ele possa me perdoar;
 Limpo sua alma no mais profundo dos meus desejos e permito que trilhe essa estrada misteriosa;
 Sendo essa imaginação transformadora, ou a mais profunda e pura loucura dela.
 Apenas é você, de alma, coração, sexo, imaginação, a consciência e sentimentos elevados por uma vontade;
 Uma vontade estranha de entrar dentro de você e de sentir você dentro de mim, sem limites de dimensões ou restrições.
 Sem vergonha de declarar meus sentimentos, sendo a mão estendida pra você e pro mundo, libertando qualquer fantasia;
 Para encontrar o sentido da longa caminhada, fundindo um só com o todo...
 Dedico essa poesia a uma caminhante que acompanha em silêncio, meus passos...

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