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domingo, 23 de outubro de 2011

Antiquado

 Talvez seja um sonhador ao lembrar de coisas grandiosas, estas, que não tem tempo-espaço e reside na honra e na nobreza das pessoas.
 Como é poético lembrar de um período que não tinha internet, mas tinha a cabeça criativa pra acontecer e aproximar.
 Existia a paquera e a conquista, os bailinhos nas casas dos colegas, onde as garotas levavam os salgadinhos e os rapazes as bebidas e o som pra animar a festa, onde se tinha mocinho, bandido, herói, heroína, uma causa ganha ou perdida.
 Mas tinha a vontade de fazer diferente, de ser herói pelo menos uma vez, e desafiar os limites e as convenções, para fazer algo sensacional, bonito, romântico, presente.
 Ah, claro que valia subir numa mesa de um bar lotado e declarar uma poesia ou uma música para quem mais gosta! O que importava era estar presente e ser presença...
 Se você teve saudade ou conseguiu sonhar com o que leu, ao acordar, vamos agir, cada um com seu equivalente, pra fazer esse sonho ser a realidade de uma nova fronteira. Eu já fiz minha parte...:)

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